Skip to main content

Todos foram debater a reforma da AI2, menos as empresas

Se a academia e o setor empresarial acertarem o passo trabalhando em conjunto na nova agência AI2, Portugal conseguirá atingir os 3% do PIB em I&D projetado até 2030.

A academia e as empresas estão muitas vezes de costas voltadas. As universidades acusam as empresas de terem uma visão de curto prazo e de serem avessas ao risco científico; por sua vez, as empresas apontam às instituições académicas lentidão, burocracia e um afastamento do mundo real. O paradoxo é evidente: pede-se inovação, mas investe-se pouco; desejam-se resultados, mas evita-se a incerteza que a investigação implica.

Este conteúdo é exclusivo para assinantes, faça login ou subscreva o Jornal Económico