Skip to main content

Shots de arte contemporânea com a chancela Pompidou

Nos próximos cinco anos, a imensa constelação de obras do Beaubourg dissemina-se por diversos espaços em França, Europa e Ásia. Convite à viagem e à (re)descoberta do seu importante espólio.

Onde estão Kandinsky, Mondrian, Duchamp, Matisse, Chagall, Miró, Klein, Frida Khalo...? Algumas das obras mais icónicas destes artistas brilhavam no Centro Georges Pompidou, em Paris. Fechou portas a 22 de setembro para obras de renovação. Quando estará de volta? Teoricamente, em 2030. Cinco anos para uma espécie de “pausa para café” no primeiro centro de arte moderna e contemporânea a abrir portas na Europa, corria o ano de 1977. A polémica não foi a arte a exibir, mas sim a estrutura tubular da autoria de Renzo Piano e Richard Rogers. Antes de ser carinhosamente tratado como Beaubourg, o centro Pompidou foi “Nossa Senhora-dos-Tubos”.

Este conteúdo é exclusivo para assinantes, faça login ou subscreva o Jornal Económico