A cada um as suas funções, dir-se-ia: numa declaração formal emitida após os sismos na Venezuela, a porta-voz do Fundo Monetário Internacional (FMI), Julie Kozack, confirmou que o organismo mantém uma postura estrita de separação entre o auxílio humanitário imediato e as negociações financeiras da dívida do país. Que é como quem diz: não se pense que o desastre natural vai mudar a natureza quer da dívida da Venezuela, quer da função e objetivos do fundo, que está nos antípodas, segundo muitos analistas, de qualquer lógica humanista, humanitária ou de outro qualquer tipo de bondade.
Reestruturação da dívida após queda de Maduro sem assinatura do FMI
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Com uma dívida de mais de 200% do PIB, a Venezuela tenta por todas as formas conseguir um ‘haircut’ ou, pelo menos, uma reestruturação. Mas oFMI não quer saber.