A parceria surge no contexto da crescente importância do bem-estar psicológico em ambiente corporativo. O programa, já em vigor, é voluntário e gratuito para os trabalhadores, abrangendo as diferentes empresas do Grupo Mota-Engil, níveis hierárquicos e localizações geográficas. Levado a cabo por uma equipa de cerca de 15 psicólogos do Grupo Integral SM, especialistas nas áreas clínica e do trabalho, e que asseguram consultas em quatro idiomas – português, inglês, francês e espanhol. “O bem-estar dos nossos colaboradores é um fator determinante para o sucesso da organização. Esta parceria com o Grupo Integral SM representa um passo significativo na construção de um ambiente de trabalho mais equilibrado, empático e produtivo”, afirma Silvia Mota, CEO da Mext- Mota-Engil Next.
Na área empresarial, o Grupo Integral SM atua em duas vertentes, através de planos customizados, desenhados à medida das necessidades do cliente, ou através do plano integral, um plano completo de subscrição anual baseado num valor mensal por colaborador. Ambos os programas contemplam um diagnóstico inicial de saúde mental, relatórios periódicos e planos de ação, consultas de apoio psicológico em regime online e presencial, primeiros socorros psicológicos, ações de formação, coaching para lideranças e grupos terapêuticos. “Neste momento, o consumidor privado representa a maior fatia, com 80%, mas o objetivo é crescer bastante no segmento empresarial. O volume de negócios do grupo foi de quatro milhões de euros e estimamos crescer 20% em 2025”, diz Alexandre Meireles, CEO do Grupo Integral SM. O plano estratégico da empresa é chegar aos 10 milhões de euros até 2030 e expandir a atividade através da aquisição de outras clínicas de saúde mental.
Os estudos mais recentes apontam para um impacto na produtividade causado pelo stress e falta de saúde mental no trabalho na ordem dos 5,3 mil milhões euros. Por cada um euro investido em cuidados de saúde mental nas organizações, é estimado um retorno de cinco euros. Os dados da Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP), demonstram que a perda de produtividade por absentismo custou às empresas portuguesas 1,8 mil milhões de euros em 2022.