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Já dizia Borges, a leitura deve ser uma das formas da felicidade

É um dos objetos que mais crónicas de morte anunciada tem tido. Continua por cá. É prescrito por médicos e tomado em doses elevadas por todos os que têm o vício da leitura. Tomámos o pulso ao que os lisboetas leram em 2025. Uma mistura explosiva e muito recomendável.

O verbo ler, como o verbo amar e o verbo sonhar, não suporta o modo imperativo. Eu aconselho sempre os meus alunos que se um livro os aborrece o abandonem; que não o leiam porque é famoso, que não o leiam porque é moderno, que não o leiam porque é um clássico. A leitura deve ser uma das formas da felicidade e não se pode obrigar ninguém a ser feliz.” Jorge Luís Borges, o escritor e, acima de tudo, devorador de livros, dizia que vivia na literatura. São dele as palavras acima. Podemos invejá-lo, cientes de que o prazer de ler não é uma adrenalina instantânea, antes uma conquista, uma vitória pessoal de cada leitor sobre a preguiça. E uma vitória sobre a anunciada morte do livro. Manifestamente exagerada, como o JEpôde constatar tomando o pulso ao que os lisboetas andaram a ler em 2025. Para isso, auscultámos um grupo heterogéneo de livrarias em Lisboa, desde pequenas e temáticas às que integram grandes grupos ou fazem do livro usado o seu pilar.
Mas já lá vamos.

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