Num país que há quase 68 anos impôs a coletivização da economia – primeiro de forma tímida, mas depois paulatinamente mais severa – a opção por lançar iniciativas de liberalização assemelha-se muito mais a uma espécie de último recurso face à dureza do discurso dos cada vez mais incómodos vizinhos norte-americanos, que propriamente uma decisão autónoma. Seja como for, o parlamento unipartidário aprovou 176 medidas que flexibilizam o modelo económico, ampliam a participação do sector privado e facilitam a entrada de investimento estrangeiro.
Cuba liberaliza a economia para escapar ao cerco norte-americano
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As 176 medidas avançados pelo regime de Havana foram avaliadas por Washington como tardias e demasiado modestas. Ou seja: para Trump, a invasão militar mantém-se como opção.