Mal ficou claro que o trabalhista Andy Burnham será o próximo primeiro-ministro do Reino Unido, multiplicaram-se as declarações simpáticas dos líderes da União Europeia. O presidente do Conselho Europeu, António Costa, foi dos mais entusiastas, tendo mesmo adiado um encontro de alto nível entre a estrutura que dirige e o governo britânico, marcado para 22 de julho – dando assim tempo a Burnham para se preparar, mas ao sendo ao mesmo tempo algo desagradável com Keir Starmer, que, mesmo demissionário, não deixou de ter legitimidade para representar o seu país enquanto não for formalmente substituído.
Burnham começa bem com a UE e mal com os EUA
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O maior desafio dos primeiros-ministros desde o Brexit é conseguir um acordo abrangente com os EUA. Nunca nenhum deles o conseguiu. E, aparentemente, o próximo também não cairá nas graças de Donald Trump.