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Como a Lugrade salvou o Natal

Solidariedade do setor, apoio dos parceiros internacionais, proteção financeira e resiliência familiar ajudaram o negócio a sobreviver a um incêndio. Ainda sem fábrica vão faturar 47 milhões de euros com a ajuda da concorrência.

Em abril de 2023, a Lugrade, empresa familiar portuguesa dedicada ao negócio do bacalhau do Atlântico, enfrentou um dos momentos mais desafiantes da sua história: um incêndio que destruiu por completo a unidade de Torre Vilela, em Coimbra “consumindo 1300 toneladas de bacalhau”, relembra, Vítor Lucas, CEO da Lugrade, tentando ainda apagar da memória o fatídico dia. O prejuízo foi estimado em 20 milhões de euros. “Foi ver o abismo”, descreve.

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