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Byung-Chul Han: “Só o pensamento nos pode salvar da catástrofe iminente”

As palavras apontaram à catástrofe iminente, mas o tom de voz foi sereno, até nas críticas à sociedade. O reputado filósofo germano-coreano Byung-Chul Han abriu a conferência inaugural do Babell, no Porto, com lotação há muito esgotada. Pensar foi o verbo que mais invocou.

Se a revolução não parece possível, talvez seja porque não temos tempo para pensar”. Com tantos estímulos e dependências, “quem é que pode dizer que é livre?”, questionou Byung-Chul Han na conferência inaugural do Babell, o evento literário que decorre no Porto até 29 de junho e que reúne na Invicta uma constelação de autores, nomes maiores da Literatura mundial, entre nobelizados, como Olga Tokarczuk e László Krasznahorkai, e vencedores do Booker Prize, caso de Julian Barnes, sem esquecer Salman Rushdie, Javier Cercas ou Margaret Atwood.

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