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Angonabeiro faturou 28 milhões em 2025

Com uma forte vocação exportadora, a empresa do Grupo Nabeiro, cujo portefólio vai além das marcas próprias e do setor do café, registou um volume de exportações de cerca de 1,3 milhões de euros.

A Angonabeiro registou no ano passado um volume de negócios de cerca de 29,9 mil milhões de kwanzas (em torno de 28 milhões de euros), crescendo 13,3% em relação aos 26,4 mil milhões de kwanzas (cerca de 24,2 milhões de euros) faturados em 2024.
Com França, Suíça, Cabo Verde, Senegal e Brasil entre os principais mercados internacionais, a empresa do Grupo Nabeiro encerrou 2025 com um volume de exportações de aproximadamente 1,4 mil milhões de kwanzas (cerca de 1,3 milhões de euros).
Em reação aos resultados agora conhecidos, o diretor-geral da Angonabeiro, Rui Gonçalves, diz que os números de 2025 “refletem a trajetória de crescimento sustentado” da empresa, que reafirma o seu “compromisso e contributo para o desenvolvimento do setor em Angola”, que esteve entre os maiores produtores café robusta do mundo. “São fruto de uma estratégia consistente, assente no reforço da capacidade produtiva, na valorização do talento local e numa aposta contínua na qualidade, inovação e proximidade com os consumidores e parceiros”, explica o responsável pela gestão estratégica e operacional do grupo no país.
É em Angola, que “vale 30% daquilo que são os mercados internacionais”, segundo Rui Miguel Nabeiro, CEO do Grupo Nabeiro-Delta Cafés, que a empresa tem a única fábrica de torrefação fora de Portugal, desde 2001. Localizada em Cacuaco, na província de Luanda, daquela unidade saem todos os anos 400 toneladas de café torrado da marca angolana Ginga e três milhões de cápsulas por ano. Para Portugal, a Angonabeiro exporta cerca de mil toneladas de café verde, seleção na qual a empresa tem vindo a investir seja através da renovação das linhas de transformação, seja pela construção de uma linha de rebeneficiamento do café verde. Segundo Rui Gonçalves, a aposta da Angonabeiro está “centrada no estímulo da produção nacional, através da compra de café a grandes e médias fazendas, bem como a pequenos agricultores”.

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