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Alívio do IRS avança (após descartado), com ministro a prever “saldo zero”

Ministro das Finanças garante “robustez” nas contas públicas, apesar do impacto de 800 milhões das medidas anunciadas no debate da moção de censura. Novo alívio do IRS tinha sido afastado há uma semana. Mas, afinal, folga permite avançar com medida

O ministro das Finanças assegura que Executivo vai manter as contas equilibradas, mesmo com o alívio do IRS e o bónus para pensionistas, e a dívida pública continuará a descer. Miranda Sarmento espera “pelo menos saldo zero” em 2026 e não descarta até um ligeiro excedente, apesar do impacto de 800 milhões de euros das duas medidas anunciadas pelo primeiro-ministro durante o debate da moção de censura. Mas, há uma semana, descartou o alívio do IRS e não excluia um saldo negativo.
“Salvo algum cataclismo, manteremos as contas equilibradas e a dívida pública continuará a descer”, avançou Joaquim Miranda Sarmento, em entrevista à SIC Notícias, na noite desta terça-feira, 8 de setembro. Foi o dia da discussão da moção de censura do Chega, que teve como alvo o ministro da Administração Interna, mas que acabou por ficar praticamente esvaziada com as medidas anunciadas pelo primeiro-ministro durante o debate: a redução do IRS até ao 6º escalão e o suplemento extraordinário para pensionistas.

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