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Primeira Mão
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Petróleo da Namíbia torna a Galp rainha da bolsa de Lisboa
Energia: A Galp tornou-se a cotada nacional mais valiosa à boleia da confirmação de uma reserva com 10 mil milhões de barris de petróleo na Namíbia. Ultrapassou a EDP, que vê o grupo pressionado pela queda no custo da eletricidade, peso da dívida e pelo disparo nos custos de financiamento. E demonstra que a morte anunciada dos hidrocarbonetos pode ter sido exagerada.
O que é que a Namíbia tem? Para já, promessa de muito petróleo
Energia: Várias petrolíferas estão a apostar no país, com analistas a esperar que a produção comercial arranque no final desta década. Para já, as reservas prometem muito petróleo, mas ainda abaixo dos principais produtores do continente africano.
“A Galp precisa de empresa que faça a operação”
Tem uma experiência de décadas a atuar no sector petrolífero em África e avisa que ainda há um longo caminho a percorrer até ao arranque da exploração comercial das jazidas de hidrocarbonetos descobertas na Namíbia.
Cedências a polícias e professores custam aumento de 220 milhões no OE deste ano
As reuniões entre o Governo e as estruturas sindicais com impacto no atual orçamento já começaram, com destaque para os professores, que devem recuperar 20 por cento do tempo de serviço em atraso, e dos polícias, que exigem, já, com retroativos a 2023, o mesmo subsídio de risco antes atribuído à Polícia Judiciária. Oficiais de Justiça mantêm as greves.
Polícias querem subsídio de risco com retroativos a janeiro de 2023
Paulo Santos: Presidente Associação Sócio-Profissional da Polícia (ASPP/PSP)avisa que as negociações com Governo, agendadas para segunda-feira, têm de culminar na equidade de tratamento entre a PJ e as restantes forças de segurança.
“O problema do tempo de serviço tem de ser resolvido já”
Júlia Azevedo: Presidente do Sindicato Independente de Professores e Educadores quer acordo assinado no imediato e diz ter encontrado “abertura” da equipa da Educação para resolver a questão nos próximos 60 dias. SIPEdefende recuperação em quatro anos, à média de 25%.
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