A Doutrina Monroe é uma posição de política externa dos Estados Unidos que se opõe ao colonialismo europeu no chamado Hemisfério Ocidental e sustenta que qualquer intervenção nos assuntos políticos das Américas por potências estrangeiras é um ato potencialmente hostil contra os Estados Unidos. À época, França, Espanha, Portugal, e Países Baixos, entre outros, assumiam interesses políticos e económicos sobre o Canadá e sobre os mais diversos países da América central e do Sul – com alguns deles a lutarem ativamente pela sua independência. Para James Monroe, que foi presidente dos Estados Unidos entre 1817 e 1825, a ideia era escorraçar do continente qualquer influência futura do Velho Mundo sobre o Novo Mundo.
Venezuela: o ‘culpado’ de tudo, James Monroe (1758-1831)
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A Doutrina Monroe, que diz que os Estados Unidos são parte interessada em tudo o que ocorrer nas Américas, data de 1823 e foi gizada para afastar os interesses europeus no Canadá, na América central e na América do Sul. Aparentemente, nunca mais deixou de estar ativa.