O governo dos Estados Unidos e o presidente da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, voltaram a trocar farpas. A decisão de Trump, formalizada através de uma ordem executiva logo após a sua tomada de posse, baseia-se em críticas ferozes à gestão da Organização. O presidente norte-americano apontou o dedo à forma como a OMS lidou com a pandemia da Covid-19 e outras crises, citando uma "incapacidade de demonstrar independência" e um “falhanço” na implementação de reformas.
Retirada dos Estados Unidos da OMS assente em “razões falsas”
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O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, considerou que as razões invocadas pelos EUA para saírem da agência da ONU são “falsas”, reiterando que a saída torna aquele país e o mundo “menos seguros”.