Afama tem o seu preço. Certo. É válido para muitas coisas. Das estrelas de Hollywood aos músicos que, na era do streaming ainda enchem estádios com fãs ao rubro. Estes são os exemplos mais óbvios, talvez. Mas a fama também bate à porta dos museus. Em particular dos mais famosos. Pensando na Europa, o Louvre é aquele que ocorre de imediato. As imagens da greve dos funcionários devido à sobrelotação e degradação do edifício e o mediático roubo das joias da coroa francesa do histórico museu parisiense estão bem presentes na nossa memória.
O que fazer para não ser vítima do próprio sucesso?
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Os maiores museus do mundo lutam contra a sobrelotação e o impacto do turismo de massas. Após um número recorde de visitantes, em 2025, o Museu do Prado, em Madrid, traça plano para gerir fluxo de visitantes.