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A arte portuguesa a gostar dela própria nos 10 anos do MAAT

2026 não é um ano qualquer para a Fundação EDP. É sinónimo de uma década de MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia. A programação que se inicia a 11 de fevereiro invoca o passado, mas também aponta o futuro.

A história da Central Tejo começa numa pequena fábrica construída no início do século XX à beira-rio. Durante cerca de 10 anos forneceu eletricidade a Lisboa. Depois, no mesmo local, nasceu um outro edifício. Uma estrutura de ferro, grandiosa, revestida em tijolo, símbolo de um progresso que chegava, lentamente, à vida dos lisboetas. A central foi sofrendo sucessivas ampliações e alterações e, durante cerca de 50 anos, cumpriu a sua missão até ser destronada pelas hidroelétricas. Desativada, mas muito bem preservada, foi transformada pela EDP em museu, um exemplar caso de sucesso do património industrial português. Nunca estático. Antes revelando possibilidades. Perspetivas várias. Interpelações.

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