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“O PS continua a ser um partido comprometido com políticas de direita”

PCP quer mais impostos diretos e menos indiretos e propõe cabaz alargado de bens com IVA de 6%, para a próxima legislatura. Não nega uma ‘geringonça 2.0’, mas elenca dificuldades de consenso.

Depois do entendimento com o PS em 2015, o PCP avança para as legislativas de 6 de outubro com um alerta para o risco de recuo nos direitos dos trabalhadores em caso de maioria absoluta socialista. Em entrevista ao Jornal Económico, o líder parlamentar do PCP, João Oliveira, diz que foram feitos grandes avanços nesta legislatura, mas que é preciso ir mais longe nos passes sociais e nos direitos dos trabalhadores. Diz que não foi fácil trabalhar com o PS, mas não nega entendimentos pós-eleições. Quanto às más sondagens, comenta: “Se nos assustássemos, vivíamos assustados há, pelo menos, 45 anos”.

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