Skip to main content

Nova legislação da IA “cria confiança a quem deposita dados” na União Europeia

Absorta na sua tentação legisladora, a União Europeia há muito que perdeu o lugar que chegou a ter na área da inovação. Legisla, portanto, em vez de inovar. Com ao menos um dado positivo: está a tentar criar uma ‘bolha’ que proteja os utilizadores de Inteligência Artificial da balbúrdia que graça noutras geografias. Ricardo Teixeira, fundador e CEO da CompuWorks, explica porquê.

Com cerca de 30 anos de carreira iniciada na Microsoft, Ricardo Teixeira fundou, geriu e vendeu uma série de empresas de diversas áreas (de tecnológicas até um restaurante de frango assado). Desde 2002, ‘assentou’ na CompuWorks, de que também é fundador. Tendo feito projetos para mais de 80 grandes empresas (ABF, Vodafone, UK Post Office, WPP Group, EDP, Vinci Airports, Accenture, etc.) é a partir da sua última aposta empresarial que assiste, não excessivamente admirado, ao fim de um mundo que está prestes a acontecer: “tal como nós o conhecemos e da forma como trabalhamos, no prazo de cinco anos, será brutalmente alterado”. Tudo por via da Inteligência Artificial (IA), um instrumento tão poderoso que é o único que nos resta para combater esse instrumento igualmente poderoso que é a Inteligência Artificial. Uma entrevista para guardar e voltar a ler dentro de cinco anos.

Este conteúdo é exclusivo para assinantes, faça login ou subscreva o Jornal Económico