A gigante do comércio eletrónico terá manipulado os preços pagos pelas empresas para anunciar na sua plataforma de retalho, que lhe permitiu receitas suplementares de 20 mil milhões de dólares desde 2019 (17,2 mil milhões de euros). A agência de proteção dos consumidores e 22 Estados depositaram a sua queixa esta semana junto de um tribunal federal de Seattle, onde o grupo está sedeado. Segundo o texto da queixa, a Amazon “sobrefaturou secreta e sistematicamente” 1,2 milhão de anunciantes, dos quais mais de meio milhão de pequenas e médias empresas, manipulando o sistema de fixação do preço de alguns instrumentos de promoção.
Amazon processada por manipulação de leilões para faturar 20 mil milhões
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A Comissão Federal do Comércio (FCT) dos Estados Unidos e 22 procuradores-gerais estaduais alegam que a Amazon substituiu secretamente os resultados dos leilões de anúncios por preços mais altos definidos pela própria empresa.