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No século XXI, pode a Cultura ainda ser vista como um luxo?

Muitas vezes, a Cultura ainda é vista como um luxo. Uma perceção que descarta o quão estratégica aquela é para o desenvolvimento do país. Fundações privadas e universidades como a Católica partilharam a sua experiência. A Cultura é uma força motriz. Social e económica.

Caio Glínio Mecenas. O nome diz tudo. A este romano culto e abastado se devem os termos mecenas e mecenato. Além de poeta e prosador, financiou um círculo de letrados e artistas da Roma do seu tempo, como Virgílio, que lhe dedicou as Geórgicas, ou Horácio. Podia ter ficado por aqui. Já estava imortalizado. Mas decidiu deixar a sua enorme riqueza em legado a Augusto, primeiro imperador romano. O seu exemplo ganhou lastro ao longo dos séculos. Famílias poderosas deixaram a sua marca. Os Médici, claro, mas também Papas como Alexandre VI, Júlio II ou Leão X. ARenascença italiana ganhou asas e cidades como Florença, Génova, Veneza, Roma, Pádua, Milão e outras dedicaram-se ao incentivo da produção artística.

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