O local é o mesmo de sempre, entre a Rua Marquês da Fronteira e a Praça Marquês de Pombal. Eduardo VII dá nome ao parque e os elegantes jacarandás os tons lilás e a sombra. E o doce aroma que paira no ar. Ponto de encontro de leitores e autores, a Feira do Livro de Lisboa está de volta para a 96ª edição. Certo, também é negócio para editores e livreiros, mas o que perdura na memória são as conversas com os escritores preferidos, a emoção das palavras trocadas, aquele autógrafo tão ansiado, a correria dos miúdos para escolher “o tal livro”. O calor e as filas para uma bebida fresca ficam para segundo plano. E o peso da mochila pode ser aliviado, pois está previsto serviço de bengaleiro. Roupa, acessórios e compras (livros, entenda-se) podem ficar por lá, no espaço onde também é possível carregar o telemóvel ou enviar livros pelo correio.
Livros, muitos livros à sombra dos jacarandás
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Lisboa, ou melhor, o Parque Eduardo VII, está em ebulição com a 96ª edição da Feira do Livro, que decorre até 14 de junho e tem no programa mais de 2200 eventos confirmados.