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Juros em máximos de 30 anos não conseguem suportar iene

Com as taxas de referência em 0,75%, a postura monetária japonesa continua a ser, pelas medidas internacionais, contida e pouco restritiva, mas o indicador está em máximos de setembro de 1995. Ainda assim, o iene continua sem recuperar o terreno perdido nos últimos meses para o dólar e o euro.

Os juros diretores no Japão estão em máximos de 30 anos, colocando o país em contraciclo com o resto das economias mais desenvolvidas no que toca à política monetária, fruto de uma inflação persistente, embora menos expressiva e mais atrasada do que nas suas congéneres. O mercado mantém em aberto novas subidas no próximo ano e o iene será decisivo nesta equação.

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