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Geração Z é discreta mas chega com estrondo ao mercado da arte

O ‘Survey of Global Collecting 2026’ revela que a Geração Z investe mais em arte do que as gerações precedentes. A maioria usa recursos online para obter aconselhamento e a IA passou a ser uma ferramenta credível para decidir sobre potenciais novas aquisições.

O que nos diz o relatório ‘The Art Basel and UBS Survey of Global Collecting 2026’? Que a Geração Z destronou os boomers na compra de arte, mas também pinta o seu retrato: discretos e mais interessados em manter as suas coleções privadas. Afinando as conclusões, o que o relatório revela é que, em 2025 e no primeiro semestre de 2026, os colecionadores da Geração Z de elevado património (High Net Worth Individual, em inglês, HNWI) gastaram, em média, mais do dobro do que qualquer geração precedente. O universo de inquiridos incidiu sobre 3.100 colecionadores ativos em 10 países e regiões, incluindo China continental, Hong Kong, Japão e Singapura — cada um com um património superior a um milhão de dólares em 2026 —, sendo que a Geração Z representou 9% do universo total.

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