Luís Máximo dos Santos, vice-governador do Banco de Portugal que cessa esta sexta-feira funções, acredita que é possível que em 2027 já haja condições para começar fazer pagamentos aos credores comuns do BES, ao abrigo do princípio “no creditor worse off”. Anuncia ainda que há mudanças significativas em curso na lei bancária e diz que o Fundo de Resolução terá condições para pagar entre 1,7 mil milhões e 1,9 mil milhões de euros ao Estado e aos bancos no fim deste ano ou início do próximo.
“É possível que em 2027 se consiga fazer pagamentos” aos credores do BES
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O vice-governador do Banco de Portugal e presidente do Fundo de Resolução faz o balanço de dez anos de mandato. Falou do que fez e do que ficou por fazer. Durante esses 10 anos salvou-se o Novobanco e integraram-se os intermediários de crédito no perímetro da resolução. Em 10 anos o banco central teve três governadores.