As projeções macroeconómicas do Governo para este ano obrigam a alguma prudência, aconselha o Conselho de Finanças Públicas (CFP), que aponta a componentes como o investimento, procura externa e preços como algumas das rubricas onde o otimismo aparenta superar as restantes instituições de referência. Como tal, a própria projeção para o crescimento este ano, de 2%, também denota algum otimismo, embora a instituição liderada por Nazaré da Costa Cabral a considere “plausível”.
CFP alerta para otimismo com crescimento para 2026 assente em dinâmica "difícil" do investimento
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A concretizar-se a projeção do Ministério das Finanças para o investimento, seria o ano de maior aceleração desta componente do PIB desde 2000 - uma possibilidade agravada pela incerteza criada pelo conflito no Médio Oriente, tal como a dinâmica de preços, onde o Governo também se mostra otimista.