Além dos projetos que tiveram ou vão ter de sair do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no âmbito das reprogramações junto de Bruxelas, há outro problema que está a preocupar Pedro Dominguinhos, presidente da Comissão Nacional de Acompanhamento do plano português: as obras que não vão mesmo conseguir ficar prontas a 31 de agosto. Nos casos em que isto acontecer – caso não haja nenhuma alteração – terá de ser devolvido o dinheiro europeu e a obra ficará à espera de financiamento alternativo para não ficar a meio caminho.
Bomba-relógio no PRR. “Dezenas de casos" arriscam ficar com obra a meio e ter de devolver dinheiro
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O Presidente da Comissão Nacional de Acompanhamento, que já tinha alertado para o problema no final do ano passado, dá agora uma ideia da escala. No entanto, Pedro Dominguinhos ainda procura perceber a total dimensão do problema.