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Benfica quer a suspensão da centralização dos direitos televisivos

A SAD encarnada sublinha erros alegadamente cometidos pelas instituições nos últimos anos e sublinha que o processo de centralização resultaria num corte ao nível das receitas dos clubes. Nesse sentido quer fazer suspender um processo cujoplaneamento indica que deverá entrar em vigor em 2028.

O Benfica quer que seja suspenso o processo de centralização dos direitos televisivos da liga portuguesa de futebol. Em causa estão vários erros alegadamente cometidos nos últimos anos.

Através de uma carta enviada à Liga Portugal, aos clubes das ligas profissionais, ao Governo e aos partidos políticos com assento parlamentar, o clube da Luz requer a suspensão imediata de um processo que deverá entrar em vigor em 2028.

Diz a SAD do Benfica que "não podemos embarcar numa aventura mal preparada que corre o risco de destruir valor, reduzir receitas e comprometer de forma duradoura o desenvolvimento do futebol em Portugal", pode ler-se na carta.

Na mesma, os encarnados garantem que as receitas associadas à centralização não deverão exceder os 150-200 milhões de euros. Assim sendo, estaria em causa "uma perda de receita irreparável para todos os clubes portugueses", acrescenta-se.

Na missiva, apontam-se ainda aqueles que se consideram ter sido erros. É o caso da alegada falta de discussão sobre modelos alternativos, escassez de investimento na modernização dos estádios, da arbitragem e na formação de quadros, assim como ausência de uma estratégia internacional de promoção da competição e falta de combate ao fenómeno da pirataria.

Neste contexto, o Benfica suspendeu o seu lugar na comissão da Liga Centralização "até existir uma alteração de rumo, não acreditando que o processo em curso satisfará as necessidades do futebol português e do Benfica em particular", esclarece a mesma SAD.