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Apoios à restauração Dissoluções estão em queda. Em que se baseia o Governo?

O restaurante que fechou depois de um fundo imobiliário ter comprado todo o prédio. Ou outro que deitou a toalha ao chão porque não conseguiu lidar com a queda da procura e o aumento dos custos. Não faltam — e nunca faltaram — casos de encerramentos.

Mas algumas árvores não fazem a floresta. Qual é a situação do setor como um todo?
Os dados que mais rapidamente sinalizam hecatombes setoriais dizem respeito a fechos de empresas. Por um lado, as aberturas de processos de insolvência e, de forma mais abrangente, as dissoluções, que não implicam complicações legais.
No primeiro caso, de janeiro a setembro do ano passado, houve 148 insolvências decretadas na restauração e no alojamento. Os dados do Ministério da Justiça não retiram da equação a hotelaria, mas, ainda assim, foram só mais três casos face ao mesmo período do ano anterior e seis relativamente a 2023. Entre 2012 e 2016 chegaram a ser mais de 200 por ano, tendo superado as 300 em 2013.

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