Nada melhor que uma estreia mundial para lançar uma reforma radical numa instituição, as Nações Unidas, que estão “ultrapassadas” – como afirmou o português António Guterres na sua última intervenção na Assembleia Geral da organização enquanto secretário-geral. O ex-primeiro-ministro português deve ser substituído por uma mulher, o que, a acontecer, será inédito. O processo de escolha está em andamento – mas é demorado, burocrático, sensível, secreto e misterioso – mas só deverá ser concluído em outubro, na melhor das hipóteses. Mas as principais candidaturas são todas protagonizadas por mulheres.
António Guterres deixa a organização e pode ser substituído por uma mulher
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Quase uma dezena de candidatos, quase todos mulheres correm para substituir o português. A dificuldade é agradar ao mesmo tempo a Washington, Pequim e Moscovo.