Precisamos de desmistificar os subsídios e os Fundos Europeus: A dependência crónica dos fundos europeus criou uma ilusão de desenvolvimento que mascara a falta de inovação endógena. Esta dependência externa corrompe a autonomia. A produtividade nacional só dará um salto quando assentar na eficiência operacional, na digitalização real e na ligação direta entre as universidades e o tecido empresarial.
Com esta ilusão do financiamento perpétuo, os fundos europeus têm criado, em alguns casos, uma falsa sensação de riqueza e desenvolvimento. O país habituou-se a consumir o que não produz e a financiar o Estado, descurando a criação de uma base produtiva e exportadora robusta e autónoma.
Almofada das pensões “é um paliativo para uma doença que é demográfica”
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Com o fim do PRR, Portugal tem de aprender a viver com menos fundos europeus?