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A diplomacia que faz crescer o negócio da fruta brasileira

O Brasil registou, pelo terceiro ano consecutivo, um recorde de exportações de fruta. A estratégia é articulada com a Apex, que tem desempenhado um papel determinante na aproximação de produtores e exportadores.

Pode ultrapassar os mil euros por quilo. É a segunda especiaria mais cara do mundo, atrás apenas do açafrão, e chegou a superar o preço da prata. “Esta espécie é a vanilla phaeantha ou bahiana. Traz notas mais amadeiradas, de amêndoas”, descreve Fernando Souza Rocha, um dos investigadores da Embrapa Cerrados, em Planaltina, no nordeste do Distrito Federal brasileiro, em frente a uma fileira de plantas de baunilha nativa, altamente procuradas pela alta gastronomia. É ali, numa das 43 unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), instituição científica do mundo tropical, que são desenvolvidas tecnologias e soluções para uma agricultura sustentável. E que se criam ferramentas de diplomacia.

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