Há coisas, simples gestos até, que não têm preço, nem para quem as faz nem para quem as recebe. Um SMS do administrador na data de aniversário, uma rosa à chegada ao trabalho no Dia Internacional da Mulher… Há outras mais substantivas. Trazer o filho de manhã quando se vem trabalhar porque a empresa tem uma creche na porta ao lado ou poder trabalhar a partir de casa naquelas manhãs geladas de inverno…
Salário emocional. Quem disse que o dinheiro é tudo?
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Não vem espelhado na folha de vencimento e pode ter a forma de muitas coisas. Chamam-lhe salário emocional e começa a ganhar adeptos entre as empresas que apostam na valorização do talento.