A 81ª Assembleia-geral da ONU encerra esta segunda-feira, 28 de setembro, e o resumo das conclusões, da autoria da própria organização, são tudo menos auspiciosas: o mundo está cada vez mais caótico, as guerras são parte do dia-a-dia de cada vez mais regiões, e as Nações Unidas mostram incapazes de resolver os principais problemas que enfrenta. Sem que, admite, haja sinais de que essa inoperância possa ser alterada. “No meio de crescentes divisões globais, o poder da lei deve prevalecer sobre a lei do poder”, defendia o secretário-geral, António Guterres, que se encontra em final de mandato.
ONU: “Quando o Conselho de Segurança não consegue agir, a eficácia é posta em xeque”
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António Guterres queixou-se do embargo que o Conselho impõe à atuação da própria organização. Vários chefes de Estado e de governo foram claros: ampliar o número de membros do Conselho de Segurança é crucial para acabar com a paralisia das Nações Unidas.