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O meu engenheiro António Mota: memórias duma relação inesquecível

No domingo passado, Deus levou um homem muito especial que me marcou como poucos e que nunca esquecerei. Segunda-feira rumei à Igreja de São Gonçalo em Amarante para o ver a última vez e para estar com a família e alguns quadros do grupo mais próximos. Apesar de se saber que a sua doença era terminal, pairava naquela igreja uma profunda tristeza, a tristeza duma perda irreparável.

No domingo, quando soube e com a memória do meu amigo no coração, escrevi umas linhas numa rede social, mas ontem achei que ele merecia mais. Muito se tem dito e escrito sobre o engenheiro António Mota nestes dias, mas há algo que é só meu: as memórias da minha relação com ele, que refletem facetas menos conhecidas e que achei que devia partilhar, como homenagem, mas também como paliativo para a ferida que ele me deixou, a mim e a tantos outros com quem se foi cruzando na vida.

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