Da remoção de detritos em órbita à observação de galáxias distantes, passando pelas comunicações marítimas e pela inteligência artificial que ajuda a evitar colisões entre satélites, Portugal está a conquistar o seu lugar numa indústria global altamente especializada. De acordo com o “Estudo Socioeconómico do setor do Espaço em Portugal”, produzido pela Novaspace, para a Agência Espacial Portuguesa, o setor espacial composto por mais de 150 empresas gerou 2,4 mil milhões de euros para a economia nacional, tendo tido um contributo de 1,2 mil milhões de euros para o Produto Interno Bruto (PIB), registado uma média de 4.500 postos de trabalho por ano e entregue uma média de 290 milhões de euros em receita fiscal para o Estado entre 2019 e 2024. De acordo com responsáveis do setor contactados pelo Jornal Económico, o negócio está a crescer e poderá contribuircom dois mil milhões de euros para o PIB até 2030.
O céu já não é o limite para a indústria espacial portuguesa
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São mais de 150 empresas e 4500 postos de trabalho ligadas à indústria espacial portuguesa e que contribuíram com 1,2 mil milhões de euros para o PIB entre 2019 e 2024. Até 2030, este valor poderá atingir os dois mil milhões para a economia portuguesa.