A NATO – “um heterónimo dos Estados Unidos”, como lhe chama o embaixador Francisco Seixas da Costa – está, aos 70 anos, “a passar por uma crise de crescimento”, mais uma, que resulta da conjugação de dois fatores que nada têm a ver um com o outro.
NATO atinge 70 anos em plena “crise de crescimento”
Crescer para onde e a que custo? Questões fulcrais num quadro geopolítico demasiado parecido com o de 1949, ano da fundação da Aliança Atlântica.
