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Na Antena 2, a arte que toca é muito mais que um slogan

Apetece dizer que a rádio é uma luz acesa por dentro, mesmo quando tudo à volta escurece. As vozes que nos acompanham e que reconhecemos são família. Na Antena 2, agitam e fazem a cultura acontecer. Com profissionalismo, prazer e abertura ao novo, cuidando do antigo.

O mundo está suspenso. Os sons da cidade ficaram lá fora. O trânsito, as pessoas que passam, o pulsar da urbe não entra aqui. Mas entram muitos mundos. É só fechar a porta, premir uns quantos botões e ligar o microfone para ver acontecer. Uma luz acende. “No ar”. Tudo a postos. O programa vai começar. O nosso interlocutor é Nuno Galopim, um excelente conversador que, desde outubro de 2025, é subdiretor da Antena 2, onde se estreou nas ondas hertzianas em 1989. “O meu primeiro programa de rádio foi sobre os compositores minimalistas, na Antena 2, chamado ‘Música em 12 partes’. Depois passei para a Antena 1 e ali fiquei. Depois para a XFM. Daqui fui para a Antena 3, depois para a Radar, voltei à Antena 3, depois Antena 1, e de novo para a Antena 2.” Nos últimos quatro anos de Antena 1, coube-lhe dirigir também a RDP África e a RDP Internacional. “No fundo, fiz o ecossistema todo, o que é muito bom,” conclui, sorridente.

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