No quadro em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump já disse que a guerra contra o Irão “durará o tempo que for necessário” e “até à rendição incondicional” de Teerão – o que parece indicar que a primeira análise (quatro a cinco semanas) está ultrapassada – a administração continua a enfrentar fortes reservas internas face a uma possível opção pela invasão terrestre. Essas reservas explicam outra face da guerra: a iniciativa dos ataques, a sua intensidade, a escolha dos alvos e a cirurgia com que são atingidos decide-se muito mais em Telavive que em Washington. A razão é simples: a guerra total contra o Irão tem o apoio de todos os israelitas na generalidade.
Irão: guerra intensifica-se e não tem fim à vista
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Com Israel a parecer assumir cada vez mais o comando operacional e estratégico da guerra, o Irão escolheu um novo líder - que, como o anterior, também se chama Khamenei: Mojtaba é filho de Ali. Os países vizinhos voltaram a ser atacados pelo Irão.