Hernan Saenz (senior partner, Global Head da prática de Strategy & Transformation da Bain & Company) defende que os modelos clássicos de planeamento estratégico já não servem um mundo marcado por choques geopolíticos, energéticos e tecnológicos simultâneos. Em entrevista ao Jornal Económico, defende que a inteligência artificial (IA) poderá funcionar como contrapeso à desaceleração económica, mas avisa que apenas uma minoria das empresas está a conseguir capturar o seu valor real.
Hernan Saenz, partner da Bain: “Vivemos tempos de turbulência e a capacidade de os CEO preverem o futuro baixou muito"
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Líder global da prática de Estratégia e Transformação da consultora americana defende que os modelos clássicos de planeamento estratégico já não servem um mundo marcado por choques geopolíticos, energéticos e tecnológicos simultâneos. Em entrevista, alerta que a inteligência artificial poderá funcionar como contrapeso à desaceleração económica, mas avisa que apenas uma minoria das empresas está a conseguir capturar o seu valor real.