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Governo ainda não adaptou regras europeias para blindar refinaria de Sines a investidores extra-UE

Uso de novas regras europeias e uma maior participação do Estado na Galp são as hipóteses que o Governo tem para garantir o interesse nacional na refinaria de Sines. Estado teria de investir 227 milhões para ter um representante no conselho de administração.

A refinaria da Galp em Sines salvou Portugal durante a crise energética atual, que nasceu com a guerra no Médio Oriente.
A infraestrutura responsável por abastecer mais de dois terços do gasóleo e do combustível para aviação conseguiu proteger o país deste forte embate, no que toca ao risco de escassez de combustíveis. A unidade de Sines é também a maior exportadora nacional.

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