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Exportações. Drones para a Ucrânia já valem mais do que todas as vendas para a Rússia

Quatro anos de guerra. E sem perspectiva de que termine tão cedo. A Ucrânia resiste como pode, com esforço próprio, ajuda internacional, mas também comprando material militar ou de duplo uso a outros países. É o caso de Portugal, que tem intensificado a venda de drones para aquele país a cada ano que passa desde o início da guerra. Não ficará por aqui, tendo em conta que os dois países têm relações cada vez mais estreitas, tendo assinado em dezembro um acordo para produzir em conjunto drones subaquáticos.

A venda destes equipamentos para a Ucrânia começou com 4 milhões de euros logo em 2022, passou para 23 milhões em 2023 e deu um novo salto para 33 milhões em 2024, com a Tekever a assumir-se como o maior exportador para aquele país. Em 2025, porém, as vendas destes aparelhos dispararam, alcançando os 87,3 milhões de euros.

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