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“Estou certa de que daqui a 10 ou 15 anos vamos continuar a precisar de bancos”

A vice-governadora do Banco de Portugal acredita que os bancos vão continuar a ser o principal canal através do qual a liquidez se transforma em crédito e atividade económica. É uma entusiasta da inovação que não considera incompatível com a estabilidade financeira.

Clara Raposo, vice-governadora do Banco de Portugal, é uma entusiasta da inovação e traça, em entrevista, um futuro otimista para a banca. Diz que a ambição deve ser “preservar a estabilidade financeira enquanto se inova”. Revela ainda que “o euro digital será complementar, e não substituto, do numerário e dos depósitos bancários”. Responde também aos apelos dos bancos sobre o “level playing field” entre os vários players do setor financeiro, dizendo que o princípio que tem orientado a atuação do banco central português é o de “mesmo risco, mesma regulação”.

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