Skip to main content

Eleições à vista: Confiança ao Governo com chumbo pré-anunciado

Nem Luís Montenegro retirará a moção de confiança, nem Pedro Nuno Santos alterará o voto de rejeição. Debate desta terça-feira não trará qualquer milagre que impeça o Governo de cair, um ano depois das eleições legislativas que permitiram à Aliança Democrática chegar ao poder.

Ninguém cede. Apesar dos apelos para o arrefecer dos ânimos depois de semanas vertiginosas na política nacional na sequência da polémica que envolve a empresa familiar do primeiro-ministro, não haverá surpresas esta terça-feira: a moção de confiança apresentada pelo Governo vai ser rejeitada no Parlamento, ditando a queda do executivo da Aliança Democrática (PSD/CDS) e a consequente convocação de eleições antecipadas que deverão ser marcadas entre 11 e 18 de maio, segundo cálculos do Presidente da República.

Este conteúdo é exclusivo para assinantes, faça login ou subscreva o Jornal Económico