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Despesa corrente sem juros nem extras tem primeira subida em três anos, mas ministro desvaloriza

Ministro das Finanças não dá importância ao possível agravamento do valor ajustado da despesa corrente primária, porque terá lugar “na pior das hipóteses”. Ou seja, “se a despesa for totalmente executada”.

Governo prevê que a despesa corrente primária ajustada aumente de 36,2% para 36,5% do Produto Interno Bruto (PIB) no próximo ano, pode ler-se no relatório do Orçamento do Estado para 2027 (OE2027). A subida ocorre depois de três anos sempre com o mesmo valor. Mas o ministro das Finanças não dá como garantido que esse valor seja atingido.

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