Skip to main content

Descida do IVA na construção? "Não acredito que tenha impacto imediato no mercado", diz especialista em imobiliário da Porto Business School

Em entrevista ao Jornal Económico, Bento Aires considera que "enquanto houver falta de habitação, a definição de preços será ditada pelas leis da oferta e da procura", assumindo que preferia ver uma medida que direcionasse o crédito final dos 17% (diferença dos 23% para 6%) para o proprietário, a ser usado para pagar o IMT, o IMI, a água, a eletricidade ou até mesmo o próprio IRS.

Era uma das medidas mais pedidas pelo setor imobiliário e que agora está perto de entrar em vigor. A descida do IVA na construção de 23% para 6% foi aprovada no Parlamento na última sexta-feira, 9 de janeiro, indo agora a discussão na especialidade. De resto, o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Miguel Pinto Luz, manifestou a vontade no final do ano passado, de que esta proposta estivesse em vigor durante o primeiro trimestre de 2026.

Este conteúdo é exclusivo para assinantes, faça login ou subscreva o Jornal Económico