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Construção sustentável é absolutamente crítica para valorizar património

Autarcas e especialistas dizem que não é possível continuar a adiar as mudanças que as cidades precisam, sendo que a maioria dos municípios tem-se limitado a reordenar um caos urbanístico ao invés de o planificar, numa altura em que os bancos e seguradoras pressionam para que os projetos imobiliários sejam cada vez mais sustentáveis, correndo o risco de a curto prazo não conseguirem ser financiados ou vendidos.

Apesar dos municípios terem capacidade de gestão, a mobilidade e a sustentabilidade têm de ser pensados ao nível da área metropolitana, como um todo. Os dois temas estiveram em destaque na conferência ‘Zona de Impacto Global – Pensar o ESG’, organizado pelo Jornal Económico em parceria com o Novobanco realizado na Faculdade de Arquitetura de Lisboa e que teve como foco o debate sobre a importância do ESG (ambiental, social e governança) para um mercado mais sustentável e justo.

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