Já é uma tradição: as cimeiras da NATO sob o domínio de Donald Trump em Washington nunca mais foram uma conversa amena entre quase 30 países que tinham mais certezas que dúvidas: sabiam quem era o inimigo, tinham a certeza que todos tomariam conta de todos e que o ‘grande irmão’ norte-americano trataria de afastar toda e qualquer ameaça, por muito perniciosa, armada ou vocabularmente autoritária que fosse.
Cimeira da NATO tenta mostrar coesão que dificilmente será conseguida
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Os Estados-membros europeus não estão ainda seguros da posição dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, a Turquia quer maior comprometimento dos aliados, apesar de ser um país necessariamente próximo da Rússia. E depois, há sempre a questão do dinheiro. Tudo a partir de Ancara, a 7 e 8 de julho.