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Calor extremo arrisca tirar até 5 mil milhões em consumo e 4 mil milhões de investimento a Portugal até 2030

A análise da Allianz Trade coloca a economia nacional como uma das mais expostas a este risco, que se está a tornar cada vez mais estrutural na Europa, mas vê como nota positiva a margem orçamental existente para lidar com o impacto nas contas públicas.

Depois de bater recordes na Europa central em junho, o calor chegou em força a Portugal e está a tornar-se cada vez mais um risco estrutural das economias europeias. Estes fenómenos têm cada vez mais impacto no PIB e por diversas formas, com um estudo da Allianz a antecipar que a economia nacional possa vir a perder perto de cinco mil milhões de euros em consumo interno e quatro mil milhões de investimento até 2030, colocando-a como uma das mais expostas aos efeitos destes eventos climatéricos extremos.

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