A Geração Z, composta por pessoas nascidas entre os anos 1990 e 2010, considera muito pouco atrativa a indústria transformadora. Com efeito, apenas 7% dos inquiridos no âmbito do estudo “Geração Z no Mercado de Trabalho”, realizado pela Michael Page e cujas conclusões o Jornal Económico avança hoje em primeira mão, mostra simpatia por um emprego na indústria. Um número que cresce para 18% quando se trata da faixa entre os 40 e os 64 anos.
Apenas 7% da geração Z considera atrativa a indústria transformadora para trabalhar
A saúde é a área mais procurada pelos jovens que estão entre os 20 e os 25 anos, revela estudo da Michael Page cujas conclusões o JE avança em primeira mão. O salário tem peso, mas não é o único fator de atração e retenção desta geração nas empresas. O trabalho híbrido é ponto-chave.
