Tudo é subjetivo e pode ser relativizado. Tudo é passível de várias versões e interpretações. Tudo é opinião sem o necessário respaldo dos factos, que perderam relevância na dinâmica social. Por isso, o protagonista Thomas Stockmann interroga-se: “Se a minha realidade é diferente da sua realidade, então a gente vive em mundos diferentes. E se a gente vive em mundos diferentes, como é que faz para se relacionar um com o outro?”
“A verdade acabou”
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Na peça “Um Julgamento – Depois do Inimigo do Povo”, recentemente em cena no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, a personagem principal, interpretada por Wagner Moura, proclamou alto e bom som: “A verdade acabou”.